19 de novembro de 2019

Dr. Nelson Foresto Lizier

Uma mente capaz de realizar pesquisas sobre células tronco e desempenhar aplicações para melhorar a qualidade de vida de pacientes com os diagnósticos por exemplo de mielomeningocele. 

Dr. Nelson atuou como assistente na clínica de Roger Abdelmassih na avenida Brasil em São Paulo quando trabalhava para Irina Kerkis, Diretora do laboratório de genética no Instituto Butantã em São Paulo, foi também  estudante de doutorado sendo orientado por anos pela Dra. Irina Kerkis a quem lesou tirando uma posição de diretora em uma clínica de células tronco que trabalhava e também retirá-la de uma patente produzida justamente na época de doutorando, patente para produção em larga escala de células tronco mesenquimais de polpa de dente de leite.

Natural de Tietê no interior de São Paulo, nascido em 29 de julho de 1984 filho de Maria de Fátima Foresto Lizier, viúva bem precocemente do Sr. Edson Lizier por conta de uma sífilis e que silenciosa ficou impossibilitado de pensar e falar, uma cabeleireira que possui uma cadeira de barbeiro no porão da casa onde mora e corta cabelos.
Maria de Fátima faz trabalhos de magia negra e utiliza também cabelos dos clientes e vítimas em seus rituais de rupturas, junção de pessoas sem qualquer compatibilidade, ambição financeira são alguns dos motivos que levam esta mulher realizar tais trabalhos, entre outros, que escondido na subconsciência condiciona o presente e deturpa a realidade da infeliz.

Com este histórico Dr. Nelson uma mente brilhante e doentia que além de manipular células, manipula energia para obter benefícios, mas também para prejudicar, danar, subtrair inimigos que cruzam seu caminho. 

Qual o limite da inteligência humana a ponto de ocasionar danos a uma sociedade cheia de diferenças e com tantas divergências. Será por exemplo que Dr. Nelson seria capaz de usar células de pacientes diagnosticados com alguma patologia ou células contaminadas ou células cancerosas por exemplo, sem qualquer razão e ética.
Questões que deveriam ser avaliados e julgados num ambiente jurídico consciente de tais manipulações, questões que se apresentam em outro tipo de estrutura racional e mesmo que em âmbito mental das sensações e ações onde confrontamos guerras espirituais por assim dizer estritamente particulares e confidenciais. Como o judiciário dá uma causa perdida para uma orientadora de doutorado cujo influenciou e teve a ideia central para desenvolver na pratica uma pesquisa que foi patenteada e ficou desta forma de fora perante o júri da sua própria ideia. Intrigante, não?

Como nações desenvolvidas lidam com tais questões, como por exemplo Holanda onde não existem religiões e o ateísmo impera totalmente. Quando a mente transpassa à espiritualidade. Como lidamos com tal revelação?

E quando a ciência revela aquilo que nós humanos precisamos lidar e compreender.
Mas em qual condição?

Um contraponto seria o não roubar seus desejos e buscas pelo aperfeiçoamento moral que leva uma pessoa a esquecer desgraças e tragédias e poder seguir sua vida sem jogar seus irmãos na loucura insana com a perda de consciência por meio de manipulação de energia e influências negativas com as quais, induzem o ser fragilizado e influenciado por meio de sua própria mente a tomar atitudes infundadas com um emocional abalado. 

Podemos também pensar que tais atitudes são fundamentadas por desejos mais mundanos, a ambição quando desvairada. 
Voltemos para estaca inicial - Qual o limite humano para chegar nas profundezas e subir aos limiares mais altos?

O não julgar com certas atitudes danosas e que podem desviar pessoas de seu livre arbítrio, porque nós humanos livres somos consumidos muitas vezes por medos. 

Diferentes graus de consciência e contatos entre planos que nos conectam entre dimensões e que uns percebem e veem mais que outros. Tal poder em mãos sujas e que ocultas com luvas de couro de pelica; uma ciência má conduzida e corruptível tornar-se-á perigosa.

* [Aqui o artigo completo em pdf ] 

Um comentário:

Gustavo Mazzutti disse...

Condutas divergentes quando não interferem na vida alheia devem ser respeitadas. Agora quando a insanidade atinge uma vida alheia, a fins de matar ou coagir tem meu total repúdio e sou a favor de máxima divulgação.

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