28 de novembro de 2019

O assassinato da atriz Daniella Perez

No dia 28 de dezembro completam 27 anos da morte da atriz Daniela Perez, uma morte insana. 
Na época do ocorrido na delegacia, a mãe da atriz, o marido de Daniella, o ator Raul Gazolla, além de vários outros amigos e familiares, eram consolados pelo colega de trabalho da jovem, o ator Guilherme de Pádua. Até onde pode chegar a insanidade?
As investigações, no entanto, não demoraram a apontar os culpados pelo crime: o mesmo Guilherme de Pádua, que contracenava com a atriz na novela De corpo e Alma, no ar também na Globo, e sua esposa à época, Paula Thomaz. O ator foi levado a depor já no dia seguinte, depois de ser detido em seu apartamento, confessando a autoria.
Em uma série de depoimentos desencontrados e contraditórios à polícia, o então ator deu várias versões para o crime, ora dizendo da participação de Paula, ora inocentando-a. Uma das metas de Pádua foi sempre confundir a investigação, tentando provar que o crime não fora premeditado. Além dessa, todas as estratégias montadas pelo casal para tentar amenizar o caráter vil e torpe do crime.

19 de novembro de 2019

Dr. Nelson Foresto Lizier

Uma mente capaz de realizar pesquisas sobre células tronco e desempenhar aplicações para melhorar a qualidade de vida de pacientes com os diagnósticos por exemplo de mielomeningocele. 

Dr. Nelson atuou como assistente na clínica de Roger Abdelmassih na avenida Brasil em São Paulo quando trabalhava para Irina Kerkis, Diretora do laboratório de genética no Instituto Butantã em São Paulo, foi também  estudante de doutorado sendo orientado por anos pela Dra. Irina Kerkis a quem lesou tirando uma posição de diretora em uma clínica de células tronco que trabalhava e também retirá-la de uma patente produzida justamente na época de doutorando, patente para produção em larga escala de células tronco mesenquimais de polpa de dente de leite.

Natural de Tietê no interior de São Paulo, nascido em 29 de julho de 1984 filho de Maria de Fátima Foresto Lizier, viúva precocemente do Sr. Edson Lizier por conta de uma sífilis e que silenciosa ficou impossibilitado de pensar e falar, uma cabeleireira que possui uma cadeira de barbeiro no porão da casa onde mora e corta cabelos.
Maria de Fátima faz trabalhos de magia negra e utiliza também cabelos dos clientes e vítimas em seus rituais de rupturas, junção de pessoas sem qualquer compatibilidade, ambição financeira são alguns dos motivos que levam esta mulher realizar tais trabalhos, entre outros, que escondido na subconsciência condiciona o presente e deturpa a realidade da infeliz.

Com este histórico Dr. Nelson uma mente brilhante e doentia que além de manipular células, manipula energia para obter benefícios, mas também para prejudicar, danar, subtrair inimigos que cruzam seu caminho. 

Qual o limite da inteligência humana a ponto de ocasionar danos a uma sociedade cheia de diferenças e com tantas divergências. Será por exemplo que Dr. Nelson seria capaz de usar células de pacientes diagnosticados com alguma patologia ou células contaminadas ou células cancerosas por exemplo, sem qualquer razão e ética.
Questões que deveriam ser avaliados e julgados num ambiente jurídico consciente de tais manipulações, questões que se apresentam em outro tipo de estrutura racional e mesmo que em âmbito mental das sensações e ações onde confrontamos guerras espirituais por assim dizer estritamente particulares e confidenciais. Como o judiciário dá uma causa perdida para uma orientadora de doutorado cujo influenciou e teve a ideia central para desenvolver na pratica uma pesquisa que foi patenteada e ficou desta forma de fora perante o júri da sua própria ideia. Intrigante, não?

Como nações desenvolvidas lidam com tais questões, como por exemplo Holanda onde não existem religiões e o ateísmo impera totalmente. Quando a mente transpassa à espiritualidade. Como lidamos com tal revelação?

E quando a ciência revela aquilo que nós humanos precisamos lidar e compreender.
Mas em qual condição?

Um contraponto seria o não roubar seus desejos e buscas pelo aperfeiçoamento moral que leva uma pessoa a esquecer desgraças e tragédias e poder seguir sua vida sem jogar seus irmãos na loucura insana com a perda de consciência por meio de manipulação de energia e influências negativas com as quais, induzem o ser fragilizado e influenciado por meio de sua própria mente a tomar atitudes infundadas com um emocional abalado. 

Podemos também pensar que tais atitudes são fundamentadas por desejos mais mundanos, a ambição quando desvairada. 
Voltemos para estaca inicial - Qual o limite humano para chegar nas profundezas e subir aos limiares mais altos?

O não julgar com certas atitudes danosas e que podem desviar pessoas de seu livre arbítrio, porque nós humanos livres somos consumidos muitas vezes por medos. 

Diferentes graus de consciência e contatos entre planos que nos conectam entre dimensões e que uns percebem e veem mais que outros. Tal poder em mãos sujas e que ocultas com luvas de couro de pelica; uma ciência má conduzida e corruptível tornar-se-á perigosa.

* [Aqui o artigo completo em pdf ] 

9 de outubro de 2019

O discurso da Lua


Podemos afirmar que o Concílio Vaticano II foi unificador por encerrar a longa etapa da Contrarreforma, modificando profundamente o clima da Igreja Católica, a fim de abrir de maneira pragmática e à todos os mistérios por meio dos seus documentos, as quatro constituições: os sacramentos, liturgia, a igreja e a revelação. E mais três declarações e nove decretos. No total são dezesseis documentos que compõe o CVII. 
Iniciado pelo Papa João XXIII em 11 de outubro de 1962 quando fez o belo discurso e colocou também como protagonista a Lua que se fez presente, o CVII só foi concluído em 8 de dezembro de 1965 pelo então Papa Paulo VI.

Muitas discórdias e acordos durante os conclaves até chegarem em um denominador comum entre os 2.300 bispos que aprovaram e apenas 6 discordaram dos documentos propostos.
O CV II é uma vitória não somente da Igreja Católica mas principalmente de todos Cristãos e/ou todos aqueles revelados ao amor universal.


4 de outubro de 2019

Caridade Moral

A caridade moral, uma tarefa árdua de extrema importância, mais importante e muito mais difícil do que a caridade material. É necessária para suprimir as lutas vazias entre egos doentes e inflamados, e sem esta caridade, a moral, batalhas são cometidas por contradições, controvérsias, às vezes mediocridades e mesquinharias ocasionando guerras mentais e às vezes espirituais são defrontadas para alimentar o ego doentio. Saber quando se deve praticar a caridade moral e o fazer é uma atitude de sabedoria elevada e sútil. E permitir que o espelho reflita por si somente a quem de fato deverá evoluir.
Uma via de mão única a todos sem distinção, aceitar a evolução ou ter que repetir algumas centenas de anos, neste tempo e espaço.

18 de setembro de 2019

Laicato

Somos o que o tempo nos oferece, alcançamos aquilo que atuamos em nosso tempo. Precisamos atuar na complexidade do ser humano - razão e fé. Se somos o que pensamos a convergência do universo composto por mundos e partículas, o todo e infinito versus centelhas finitas no tempo comum exigem ferramentas necessárias como a verdade absoluta, misericórdia e o amor universal para alcançarmos num estado laico o respeito para com nossos irmãos, porém como premissa nem todos enxergam ou almejam o tempo do criador.
Na fluidez daquilo que somos e que nos exige algum discernimento. Qual é o tempo que precisamos para alcançar o tempo de Deus? O tempo do fruto que brotou, o tempo da semente que germina num pássaro para ser depositado em solo fértil e brotar, o tempo do fruto que amadureceu, o tempo do fruto que apodrece. Tudo isso é o tempo.

Quantos são os diferentes tempos em que vivemos, concomitantemente ao tempo de Deus o criador do universo e de todas as coisas. Se considerarmos o tempo como via precursora do todo, concluímos em sete dias para a criação do mundo, vinte e quatro horas do nascer ao por do sol, trezentos e sessenta e cinco dias e seis horas ou uma volta completa do planeta terra pelo sistema solar. Qual é o tempo que precisamos para estabelecer o amor universal?
O tempo que nos ajuda se assim queremos, mas que nos atrapalha se assim somos influenciados por nossa mesma razão mal conduzida - mente mais ação ou ainda alguma influência em nosso tempo comum ou influenciados a partir de outros tempos.

Vejo nosso tempo como o tempo propício ao amor universal, era de compartilhar, respeitar a todos, amar a Deus ou amar num estado laico significa amar universalmente a tudo e todos, somos centelhas de Deus ou centelhas do tempo em que vivemos. O dever de respeitar a todos sem sexismo ou misoginia, sem xenofobismo, ou qualquer desrespeito contra tudo aquilo que foge do nosso tempo mas está no tempo do criador, ainda que desconhecido por nós no tempo comum.

O Laicato não deve ser a renuncia de amor, do perdão ou da verdade absoluta, mas permitir a convivência entre irmãos em tempos diferentes justamente com o amor, com o perdão e com o respeito e justiça.
Apenas recordamos que a fonte do amor universal surgiu também com Jesus Cristo e através Dele foi possível revelar o amor universal em diferentes tempos e conhecimentos, estabeleceu-se a partir Dele o amor e a fonte divina deste amor tão misericordioso, um banquete vivo e através da fé está disponível e acessível à todos sem distinção ou discriminação, sustentado por dois mil anos no templo do Espírito Santo como fonte primária de misericórdia, compaixão, perdão e verdade absoluta.
Precisou de quase dois mil anos para que esta fonte inesgotável do amor mais puro que conhecemos se tornasse acessível de maneira pragmática e aberta quase em sua totalidade e a partir de 1965 a fim de integrar todos a obterem acessos, porém este percurso de tempo deixou muitas intrigas e sequelas para o povo de Deus, no qual nós homens administramos e nos equivocamos, no tempo dos homens no tempo comum.

O que fazer para que este amor independente do nosso conhecimento, do nosso tempo possa tornar-se ainda mais acessível para todos?

17 de setembro de 2019

Sínodo para a Amazônia (Out/2019)

A Igreja Católica entende a importância do diálogo para uma integração entre os povos indígenas e todos os habitantes da Amazônia em prol deles e também da floresta Amazônica. A discussão que se prepara para o Sínodo será justamente à integração das diversas culturas interligadas e contra as perseguições que continuam acontecer na região por motivos torpes e para beneficiar algumas industrias como madeireira, pecuária, sendo utilizados para isso objetos como o desmatamento da floresta.
O Sínodo para a Amazônia acontece entre os dias 06 e 27 de outubro de 2019 com o objetivo de cuidar e contribuir abertamente pela floresta Amazônica e os povos de diferentes crenças e culturas da região.


 

6 de setembro de 2019

Projeto - Odontocraftseguros.com.br

Feliz por entregar para um amigo e cliente um ótimo trabalho: plataforma hotsite + webdesign e mídia online com web analytics.

Desafio foi especificar no projeto a campanha Plano Odontológico Bronze da operadora Porto Seguro para ser comercializado pela Craft Seguros. Passar credibilidade e segurança para a Corretora de Seguros.

Acho que conseguimos.  :)

Agora vamos soltar a campanha e vamos performar!



4 de setembro de 2019

Olhar de um fracassado

Gríma Wormtongue ou Língua de Cobra - E seu olhar de fracassado na trilogia, Senhor dos Anéis.


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Seven, os sete pecados capitais - Inveja

Na última cena a inveja foi causa precursora para as duas restantes mortes, caso o detetive Mills não sucumbisse a ira, por descobrir a morte de sua mulher, inocente e que carregava no ventre seu filho, no qual ainda não sabia.
Para o serial killer que planejou todas as mortes e acusou todas as vítimas escolhidas por serem fonte do próprio deseja, a inveja. Na penúltima morte ele próprio é objeto, insano, assumiu o sentimento de inveja e mata uma inocente por invejar a família e a simples vida do detetive e sua esposa para a sexta morte.
E dessa forma causar ira no detetive Mills que passa de detetive e vítima para réu no flagrante pelo crime de assassinato motivado pela ira, por matar o serial killer o sétimo assassinado.
Os dois únicos crimes onde foram envolvidas mais de uma vítima, uma inocente por estar ligada diretamente com o invejado, e este detetive Mills que movido pela ira assassinou o doente e serial killer.


A inveja quando insana é uma doença mental a ser tratada - Como a mulher que adora transar com homens casados e transou com mais de seis, por exemplo, transou com eles mas principalmente com a sensação que lhe causara, adrenalina obscura. A sensação de tomar algo que não lhe pertence, roubar vidas, um sentimento negativo, mesquinho e totalmente egoísta. No filme Seven as vítimas na ação final foram a esposa estuprada e assasinada, o filho que carregava no ventre, o marido invejado e também o serial killer.

Um excelente filme de suspense policial, direção e trilha sonora fantásticas.

Data de lançamento: 15 de dezembro de 1995 (Brasil)
Direção: David Fincher 
Música composta por: Howard Shore
Roteiro: Andrew Kevin Walker



19 de agosto de 2019

Verdade absoluta

A verdade absoluta não é embasada em mentiras, intrigas ou barganhas com o universo, isto são iniquidades gerados por meio de egocentrismo puro. A verdade absoluta é aquela que abre o olho da alma através do chakra frontal eleva e revela a única verdade e absoluta, como um dia de sol e tempo aberto no centro-oeste, ilumina e mostra a quem quer ou precisa enxergar que para ser feliz primeiro precisa aprender o que é a felicidade, somente com verdade absoluta, compaixão e amor é possível alcançar a tão almejada felicidade, seja qual for sua felicidade sem estes ingredientes o que se consegue são pulos de curta duração pulos de criança, mas os tombos são tombos num imenso vazio, auto-flagelo desmedido de um inconsciente assombroso mesmo quando visto de longe.